Uma comparação entre Dn 7.25 e 12.7 e Ap 11.2, 3 e 12.6, mostra que se faz nesses lugares referência a um ano de 360 dias. Um tempo, tempos, e meio tempo ou 3,5 anos ou 42 meses ou 1.260 dias. Mas um ano de 360 dias teria tido logo este mau resultado: as estações, as sementeiras, a ceifa e coisas semelhantes deviam ter sido pouco a pouco separadas dos meses a que estavam associadas. Conjectura-se que para obviar a este mal foi, nos devidos tempos, intercalado um mês, chamado o segundo mês de adar. o ano sagrado principiava no mês de abibe (nisã), pelo tempo do equinócio da primavera. No dia 16 de abibe, as espigas de trigo, já maduras, deviam ser oferecidas como primícias da colheita (Lv 2.14 - 23.10,11). Depois do cativeiro, um mês, o décimo-terceiro, era acrescentado ao ano, todas as vezes que o duodécimo acabava tão longe do equinócio, que não se podia fazer a oferta das primícias no tempo fixado. o ano civil principiava aproximadamente no tempo do equinócio do outono. (*veja Cronologia, Tempo.)A simples idéia de deserto, significando uma vasta extensão de areia, sem árvores e água, não se deve ligar à palavra, conforme empregada na Bíblia. os israelitas não tinham conhecimento de semelhante deserto, quer nas viagens, quer na sua existência fixa. Nos livros históricos da Bíblia, a palavra deserto significa o vale do Jordão, o do mar Morto, e aquela região que fica ao sul do mar Morto. Nestes sítios, nos dias de prosperidade da Palestina, crescia a palmeira, o bálsamo, a cana-de-açúcar, podendo admirar-se ali uma forte e bela vegetação. Nos livros proféticos e poéticos o deserto tem já a significação de território seco pela ação do excessivo calor, ainda que, no livro de Ez 47.8, se compreende o vale do Jordão. A palavra traduzida por deserto em Êx 3.1 - 5.3 - 19.2, e em Nm 33.16, teria melhor versão, dizendo-se terra de pasto. os israelitas levavam consigo rebanhos e manadas durante todo o tempo da sua passagem para a Terra da Promissão. A mesma significação em Jó 24.5, is 21.1, Jr 25 e 24.
Postagens mais visitadas deste blog
Referência: Rm 3:20 "Pão do Dia - 31 de jul de 2019 "Portanto, ninguém será declarado justo diante dele baseando-se na obediência à lei, pois é mediante a lei que nos tornamos plenamente conscientes do pecado." (Romanos 3:20) A Bíblia conta a história de uma mulher que foi pega em adultério, trazida diante de Jesus e jogada aos seus pés. Os mestres da lei e fariseus que lhe trouxeram disseram: "Na Lei, Moisés nos ordena apedrejar tais mulheres. E o senhor, o que diz? " (João 8:5). Naturalmente, surge a pergunta: o que aconteceu com o homem? Nós não sabemos, mas sabemos que eles estavam tentando enganar Jesus. João nos diz: "Eles estavam usando essa pergunta como armadilha, a fim de terem uma base para acusá-lo [...]" (João 8:6). Não se tratava de uma pergunta sobre como lidar de forma justa com um pecado, mas sim sobre como colocar Jesus num beco sem saída. Era sobre armar uma arapuca. Então, Jesus avaliou a situação. E então Ele abaix...
Referência: Jo 3:17 " 20 de jul de 2019 "Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele." (João 3:17) Quando a gente é criança, o Natal representa apenas receber presentes. Em dezembro, a cabeça das crianças está fixada só nas imagens dos brinquedos preferidos. Mas a verdadeira mensagem do Natal não são os presentes que damos uns aos outros. O verdadeiro significado é o presente que Deus nos deu, Seu Filho Jesus Cristo. Hoje e amanhã quero apontar três coisas do presente que Deus nos deu naquela pequenina manjedoura em Belém. A primeira coisa que devemos perceber acerca do presente de Deus é que Ele veio numa embalagem simples. Algumas pessoas têm um trabalhão danado para embrulhar bem bonitos os presentes, mas o presente de Deus não veio numa embalagem bonita, nem enfeitada. Ele veio numa manjedoura suja, achada numa caverna fria numa cidade pouco conhecida chamada Belém. Essa é a beleza do eve...
Comentários